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06 janeiro, 2008

Querido Pareto,

Dentre todas essas vantagens e desvantagens que o homem se impõe diante da forma econômica de organização social, percebi o que disse. Existe um equilíbrio lá no infinito, onde tudo que eu ganhei eu perdi, onde tudo que eu perdi eu ganhei. Lá, nos somatórios, um ponto tal que, tendendo e tendendo, me coloca no eixo que anula tudo, um eixo tal que, compensando pelas preciosidades, não me faz dar um passo, um passinho fora do nulo. Lá, continuar significa o nem mais nem menos, o não perder e o não ganhar também. Sem os dois lados da moeda. E se as Economias não lhe forem fazer falta, e se não lhe faltarem ou sobrarem sentimentos, lá, eu gostaria que me encontrasse. Quero tomar lições. Entender como os movimentos humanos rompem o equilíbrio. Saber dos ótimos e da indiferença. Quero saber assim... como mulher cheirando lavanda de atacado. Depois varejo. Velejo e me arejo.

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